Friio... mas não aquele frio que se sente quando o vento cortante sopra; não aquele frio que congela até os ossos numa madrugada de inverno; e sim aquele frio interior... que ocupa todo um vazio.
Um vazio que não se sabe desde quando está ali, nem de onde veio e se algum dia será preenchido. Um vazio que julgam inexistente e inapropriado.
Um vazio que ecoa os gritos abafados de uma vida sem sentido.
Um vazio que coisa ou pessoa alguma pode preencher.
Um vazio oculto, porém semper à mostra de quem realmente quer vê-lo.
Um vazio controlado e controlador. Como uma doença, corroendo silenciosamente, mas mantida estática por uma razão superior, ainda que um pocuco vaga.
É, pois, o vazio de um corpo com uma alma retalhada. Com pedaços colados por uma camada de dissimulação da dor, da angústia e do medo. Por enquanto, isso somente basta.
Um vazio que não se sabe desde quando está ali, nem de onde veio e se algum dia será preenchido. Um vazio que julgam inexistente e inapropriado.
Um vazio que ecoa os gritos abafados de uma vida sem sentido.
Um vazio que coisa ou pessoa alguma pode preencher.
Um vazio oculto, porém semper à mostra de quem realmente quer vê-lo.
Um vazio controlado e controlador. Como uma doença, corroendo silenciosamente, mas mantida estática por uma razão superior, ainda que um pocuco vaga.
É, pois, o vazio de um corpo com uma alma retalhada. Com pedaços colados por uma camada de dissimulação da dor, da angústia e do medo. Por enquanto, isso somente basta.
